Por Que Nos Envolveremos Com Política?

Caros amigos,

Saudações Cordiais!

Trago para a Vossa apreciação, por escrito, uma reflexão que reputo oportuna e que lança luz sobre um desafio. Construir um caminho!

Um nobre amigo, patriota total, me lançou uma provocação à qual compartilho convosco, no melhor interesse, na contribuição dos direitos e objetivos do País – onde ocorre a nossa própria vida!

PAUTA: “Existe uma grande diferença entre reparar brechas é apontar brechas. A pergunta está no ar: Qual é nosso propósito neste grupo, de maneira específica, sem generalizações, e mais, qual é nosso propósito como ‘personas políticas’?”

São três perguntas abertas e uma velada na sua manifestação, se me permitem uma apreciação da pauta sugerida.

1- A diferença entre reparar e apontar brechas parece-me que se definirá pelo sentido etimológico primário das duas palavras centrais: “reparar” significaria tentar corrigir algo que ainda dá para ser aproveitado e, no que pertine ao (1) sistema socioeconômico brasileiro é impossível, ele todo é podre, (2) no que pertine ao esquerdismo claudicante diante de nós ou da pseudo direita que pensa poder enfrentar a militância estruturada e calçada no marxismo cultural sem trabalho pesado e consistente de “doutrinação elementar” sobre o que é a verdadeira direita – com, todo respeito aos brasileiros que discordam, sobra o que aqui estou tentando sintetizar em poucas linhas: “apontar” as brechas do que está aí e, creio ser claro como água de rocha: podemos “APONTAR” a bagunça que estamos vendo, com a comparação, com a análise, com o História recente e possuir um diagnóstico – mas, o que precisamos mesmo é “EDIFICAR” um novo Brasil. Daí que “REPARAR” se torna inócuo. Uma nova ordem de coisas precisa ser instituída, e ela se faz objetivamente RETIRANDO DA CENA PÚBLICA os larápios que ocuparam tudo nos Três Poderes, colocando no lugar, brasileiros e brasileiras que sejam honestos, tenham o verdadeiro espírito cívico de pátria brasileira com suas implicações no temor de Deus.

2- A segunda questão, pelo que depreendo deveria ser a de criar conexões entre pensadores que concordam com o que está enunciado no item anterior. Mas, grupos de whatsapp podem surgir hoje e acabar amanhã. Também as agendas são cheias de compromissos e desafios na vida profissional – todavia, a construção de uma consciência cívica-nacionalista anti-socialista (o que nos distanciará do Nazismo) e sem ser rendida aos vendilhões do Brasil (numa paráfrase dos vendilhões do Templo Israelita) – porque o que temos visto como “direita” na atualidade está cheio da Plutocracia Coronelista dos senhores feudais que insistem em fazer negócios às expensas do desenvolvimento nacional (Serra, Aécio, Calheiros, Temer, Lula-Dilma, Ciro, Marina, Genro, e qualquer outro que se defina socialista, progressista, esquerdista, marxista, etc., Foro de São Paulo). É preciso surgir dentro da República, centenas e milhares de grupos de discussão sobre o que, exatamente significa ser (1) de Direita, (2) Conservador, (3) Democrata, (4) Republicano e, depois de entender bem isto, encontrar estratégias de ação concreta para derrubar do Poder desta camarilha de ladrões que segundo Joesley Batista, chega a mais de 1400 políticos para os quais ele entregou um “cascalho” e fez alguns “mimos” da ordem de mais de MEIO BILHÃO DE REAIS – isto se considerarmos apenas Joesley, sem colocar em cena os cartéis concorrentes dele, indústria farmacêutica, agronegócio, educação, saúde, dinheiros para ditadores africanos, a entrega da Petrobrás na Bolívia, o calote da Venezuela esta semana, e tantas coisas que gastaríamos uma madrugada apontando-as!

3- A terceira questão acerca do que significa “ser político” poderia ser respondida pela tradição acadêmica que diz, em suma, que “é o sujeito que cria leis, fiscaliza a execução destas e defende a Polis” (Cidade). Eu diria que é o envolvimento sério, responsável, com o legislativo, o executivo, o judiciário e a imprensa – que são os 4 poderes que precisam ser devolvidos aos brasileiros que se definem objetivamente não pelos valores próprios da Cidadania Brasileira com seu Samba, Carimbó, Música Gaúcha, Sertanejo e Baião – para citar apenas algumas das coisas mais elementares de nossa Cultura que está sendo substituída por um lixo medonho sobre ética gay (ou LGTB …), socioconstrutivismo já instalado, entrega de todas as conquistas que custaram 120 bilhões em dívidas nos Governos Militares que, à seu turno, criaram uma infraestrutura que deveria, na sequência, produzir ciência, tecnologia e inovação pelos Governos Civis e, depois do esforço dos Governos Militares para nos retirar da 49ª posição na economia mundial e nos colocar no 8º posto – com inteligência e devoção patriótica: colocar-nos como competidores face a face com a China, Índia, e outros mercados emergentes. Mas, não! Nos lacaram e, além de termos hoje o mega-projeto de engenharia social que pretende ferrar com a cabecinha de nossas crianças com sexismo aos 8 anos; tivemos os precursores desta desgraça, nos ilustres José Sarney, Fernando Collor, Itamar, FHC, Lula e Dilma nos apontaram a Idade Média como opção gloriosa para o Estado Brasileiro no século XXI, ao qual o Sr, Michel Temer – já idoso, à semelhança de Salomão, sem vergonha, parece venerar como um culto devocional efusivamente altaneiro dos seus 4% de aprovação popular. Meus caros, ao roubarem como puderam tudo que tínhamos recebido de infraestrutura legada pelos governos militares, ao invés de avançarem modernizando a indústria, a ciência e a tecnologia – nos fazem passar vergonha com “ensacamento de vento”, “saudação à mandioca”, “mulheres sapiens”, “discursos mentirosos sobre milhões de crianças que estão morrendo nas ruas do Brasil” e, ainda por último, uma coisa que nem Deus em Gênesis 6 disse ser possível: “o ser humano viver mais que 120 anos”.

4- Por último, a pergunta velada. Aquela que não foi declarada, mas está na intenção das três anteriores à qual me apego como voluntário para debates em alto nível e sem bobagens pontualistas que não servem para nada: por que alguém dedicaria tempo diariamente, por 15 minutos no final do dia para ler o que as pessoas deste grupo escrevem e se envolver com tais temáticas de modo sério e aliado com os três pontos anteriores? Falarei por mim (óbvio): a glória de Deus, a honra da pátria, a prosperidade da família e a felicidade pessoal. Não aceito que uma das glórias da Nação Brasileira hoje seja o fato de que tínhamos 10 milhões de pessoas na Bolsa Miséria e hoje isto aumentou para 20 milhões – com todo respeito, quem fez isto conosco? Maldito seja!

De resto, meus caros, é café pequeno!

Prof. Dr. Jean Alves Cabral

(www.professorjean.com)

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