Posicionamento Político Partidário

Há uma tendência nacional, no sentido de se considerar a vida política como “uma coisa ruim, agregada de esquemas de corrupção” e, na verdade, sabemos pelo que os jornais e noticiários apresentam, há uma enorme quantidade de corruptos que vivem de fazer esquemas mesmo!

Porém, a vida segue seu curso normal e até a “segunda vinda de Cristo” cada um de nós tem que viver dentro de uma comunidade, de um país e um sistema de gestão pública se impõe de modo conclusivo sobre nosso destino. Isto é claríssimo quando comparamos a diferença que há entre viver na Venezuela de Nicolás Maduro ou na Coréia do Norte de Kim Jong-un – numa direta relação com a vida nos Estados Unidos ou no Canadá que são, na minha avaliação as duas Nações mais modernas e liberais do Mundo.

A forma com que se organizam as sociedades e o destino das pessoas está diretamente conectado pelo óbvio do que significa política.

Política (do Grego: πολιτικός / politikos, significa “de, para, ou relacionado a grupos que integram a Pólis”) denomina-se a arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; a aplicação desta ciência aos assuntos internos da nação (política interna) ou aos assuntos externos (política externa). Nos regimes democráticos, a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.

O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Política).

1. Adotando Uma Postura Bem Definida!

Sou adepto da Doutrina Familista!

O fundamento dela, para mim está estampado na seguinte passagem bíblica:

1. “Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor,o teu Deus, te dá.” – Êxodo 20:12.

2. “Mas o amor leal do Senhor, o seu amor eterno, está com os que o temem e a sua justiça com os filhos dos seus filhos, com os que guardam a sua aliança e se lembram de obedecer aos seus preceitos.” – Salmos 103:17-18

3. “Quem causa problemas à sua família herdará somente vento; o insensato será servo do sábio.” – Provérbios 11:29

4. “Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente. “- 1 Timóteo 5:8

O cuidado dos membros da família, com alcance sobre toda as famílias de nosso Bairro, Cidade, Estado e Nação e, porque não dizer, de toda Humanidade – é tarefa para grandes almas! Uma tarefa complexa, mas que se impõe pela força da própria realidade de nossas vidas!

A pauta é tão séria e solene que a Escritura diz:

Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca. (Salmo 68:6).

A Doutrina Familista é a doutrina que afirma que o fundamental da ordem social está na família, que deve ser preservada, mantida e fortalecida por todos os meios. Os fundamentos desta abordagem, se revelam na Constituição Brasileira, como lemos:

Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. (§ 1º) O casamento é civil e gratuita a celebração. (§ 2º) O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei. (§ 3º) Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. (§ 4º) Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes. (§ 5º) Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher. (§ 6º) O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio. (§ 7º) Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas. (§ 8º) O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações.

Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Com base nestas definições bem claras, eu tenho comigo uma definição minha para o que entendo ser o óbvio da atividade política:

A única razão para a política ter significado é a proteção da vida das famílias. Não é para justificar modelos econômicos ou mesmo satisfazer grupos que defendam esta ou aquela doutrina. A política que não serve para servir as famílias nos termos exatos da Constituição é uma aberração social, uma intromissão diabólica indevida e um posicionamento de tudo que é moralmente podre e amaldiçoado!

2. Aliando-me Com Pensadores Pró-Família!

Este meu texto é escrito em 23/09/2017.

Em face das diversas manifestações que tenho acompanhado na Nação Brasileira, especialmente nos últimos 8 anos (2010-2017);

Considerando que estamos diante da necessidade de posicionamentos claros acerca de valores claros e de posturas bem definidas quanto ao pensamento político, filosófico, econômico e social;

Estou aliado ao pensamento, ao sentido programático de três figuras que representam minhas ideias sobre política nacional e que encontram amparo na vida onde posso exercer influência pessoal:

1- Senador Magno Malta (PR-ES) – que acompanho e admiro pelas posições claramente definidas de apoio à pauta sobre a família. Teólogo, músico e Senador em segundo mandato, tem meu respeito e consideração por suas posições bem claras na direção da defesa da família.

2- Rogério Marinho (PSDB-RN) – pelo seu especial discurso sobre educação no Brasil. Economista, defensor de valores conservadores e de uma educação de qualidade real e não aliada de ativismo político esquerdista, tem meu respeito.

 

3- Dep. Marcel van Hattem (PP-RS) – Que é uma das mais importantes vozes da visão republicana, conservadora e que não aceita que se atinja a família. Tem meu respeito e consideração. Acompanho suas manifestações com considerável frequência.

 

 

 

4- Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). Filho do Presidenciável Jair Bolsonaro (RJ – Sem Partido, Set/2017). Tem despontado como uma liderança rigorosamente conservadora, atrelado à trajetória de seu pai que conquistou notabilidade por defender o patriotismo, a família e a fé em Deus.

 

5- Outros Expoentes – Há outras figuras que, aos poucos, vão constituir um cenário mais abrangente de consideração. Porém, em pleno Setembro/2017, no meu aniversário de 49 anos, minhas conexões efetivas de acompanhamento são alinhadas com as exposições destes 4 políticos brasileiros e certamente virão outros, especialmente porque a derrocada do Projeto de Poder do Petismo e do Tucanato foi severamente afetado junto com o Feudo Peemedebista em todo o Brasil, no desastroso esquema que envolveu os anos 1995-2017 (com Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer). Conforme o cenário vai se construindo e se alinhando, conforme diversos problemas vão sendo resolvidos, denúncias, processos, afastamentos da vida política nacional, dentre outros problemas – uma visão clara vai se formando diante de minha perspectiva do que se pretende – se é que há um núcleo nacional que possa apontar qualquer diretriz digna de ser seguida!

3. Conservador Do Que Mesmo?

Com frequência ouvimos que há no Brasil uma “esquerda” (representada pelos grupos que apoiam Partidos Socialistas, tais como PT, PSDB, PP, PCdB, PCB, dentre outros que possuem uma confissão marxista mais ou menos fanática); e, do outro lado, ouvimos dizer que há uma “direita”, mas, não existe, porém, nenhum Partido que possa abraçar esta designação, com exceção de algumas iniciativas recentes que, são embrionárias e terão décadas pela frente para construir uma tendência qualquer – seja lá para onde for.

Para mim está claro que esta coisa de “esquerda” e “direita” é uma completa tolice, falta de entendimento do Brasil Histórico e falta de bom senso político. Por que tenho esta posição antipática às duas proposições?

Eu sou um Conservador – ainda que isolado, mas sou! E sob o ponto de vista do Conservadorismo, é preciso salientar que para que alguém se declare Conservador, tem que ter algo a conservar. O que podemos caracterizar como “algo a conservar”?

Os valores fundamentais do Cristianismo!

Obviamente que falo por mim mesmo e não por outros Conservadores! Todavia, justifico que me prezo Conservador porque em minhas declarações formais acerca de minha própria identidade, conforme tenho publicado, conforme tenho pregado, ensinado e defendido publicamente e na vida privada, não possuo “preconceitos”, mas conceitos claramente formados sobre matéria de moral (ética), método e política, sem falar em outros aspectos que compõem minha formação pessoal.

(NOTA: mencionei aqui que tenho publicado minha confissão de fé e de crenças conservadoras e elas estão publicadas em http://portal.professorjean.com/religiao/ e também em http://portal.professorjean.com/pessoal/)

Ora, retomando objetivamente a condição de Conservador que sou, me pergunto: onde, na formação do povo brasileiro, em qualquer época, tivemos qualquer coisa parecida com uma plataforma moral calçada nos valores tradicionais do Cristianismo?

Nunca houve isto!

Tivermos momentos de Catolicismo Romano para Católicos em núcleos Católicos; tivemos momentos de Umbandismo em cenários Afrodescendentes em núcleos com estas características; tivemos idênticas manifestações de cultura Autóctone das Nações Indígenas que aqui estavam antes de chegarem os Portugueses – mas, quando, sob qualquer hipótese, uma plataforma digna de uma abordagem Conservadora Inglesa (por exemplo) foi aqui implantada e preservada?

Na verdade, o que sempre tivemos foram e tem sido três bases bem delineadas:

  • A primeira fase de nossa História com um mundo Monarquista que se impõe desde 1500 até 1889 em 389 anos de dependência portuguesa, inglesa e de outras lideranças internacionais, numa verdadeira cultura colonial, dominada e sem uma identidade nacional, à despeito dos esforços de figuras áureas tais como José Bonifácio, Barão de Mauá, dentre outras grandes figuras mal interpretadas, mal atendidas e deterioradas pela incompetência de uma Monarquia sem noção dos tempos e covarde diante dos grandes desafios que deveríamos ter adotado.
  • O Socialista – À partir das “revolucionárias ideias” marxistas elegidas e trazidas ao Brasil desde o início da República, passamos a ter espertalhões, viciados em mimetismos e ideologias provenientes do Marxismo, ao qual uma enorme parcela da população está, desde então, profundamente conectada, não entende que esteja e acha grande coisa viver eternamente como esmolés à porta dos poderosos em busca de migalhas que caem de suas mesas. A República sempre esteve cheia de corrupção, de bandidagem, de desvios de verbas, de enriquecimento ilícito, da edificação de feudos, mas sempre houve este choro dos pobres e dos miseráveis, com suas lamúrias e os espertalhões (com raras exceções contrárias), na liderança de movimentos pseudo-populares e que, na verdade, queriam o estabelecimento de uma ditadura à moda Bolchevique. Aproximando de meu tempo (1968-2017) tenho experienciado este tipo de indignidade política! Desde que me entendo por gente, na escola, no ambiente acadêmico, tenho visto um mar de palradores que defendem um discurso completamente impossível para a realidade da formação do povo brasileiro que, sob nenhuma hipótese, se curvará a um esquema leninista-stalinista, ou de qualquer outro formato – mas que adora ser mimado com dinheiro público, venera um esquema “para se dar bem” e, faz qualquer coisa para honrar um velho ditado que é do tempo do cativeiro pátrio: “se a farinha é pouca, meu pirão primeiro!”. Tais faladores são apenas “aproveitadores” políticos que se armam com discursos estereotipados e falidos, objetivam pessoalmente chegar ao poder, viver dele, garantir uma vida de conforto que faz parte do cenário do Parlamento ou do Executivo Brasileiro, onde se pode viver como um verdadeiro “rei” (ou rainha), com toda sorte de proventos e suportes de sustentação. Estas figuras ridículas são a vergonha nacional e não importa o tempo, sempre estão lá, fazendo uma enorme zoada em nome dos “direitos democráticos”, mas o que querem mesmo é colocar aqui dentro uma Ditadura do Pseudo Proletariado – faturam às custas de um mar de otários úteis que não entendem que são manipulados o tempo todo!
  • O Coronel – O aproveitador econômico, o Oligarca antigamente chamado de “Coronel” das Fazendas de Café, que já está cheio de dinheiro e quer uma posição para manter-se alimentando o poder que já possui e que, em nome de seus companheiros de riqueza, propõe representar seus interesses pecuniários. Com o advento da Era da Industrialização Nacional com o chamado “Estado Novo”, que foi implantado por um Golpe de Estado por um legítimo representante deste grupo, a Nação teve seus avanços, colocando sempre certas famílias ilustres na cena principal e dando ao resto da população o de sempre: pão e circo! (Como se faz desde os tempos de Roma Cesarina!

Ora, para ser um Conservador, compreendo que tenho valores religiosos, morais e culturais!

Mas, o que pretendo conservar?

Nos Estados Unidos a pergunta clássica acerca desta pauta é sempre a seguinte:

– Conhecemos os ideais que foram propostos por nossos pais fundadores? Sim, os ideais de liberdade, de fraternidade, de igualdade, de moralidade, de patriotismo?

Se eu fizer esta mesma pergunta ao Brasil, que tipo de “pais fundadores” temos para apresentar? Sejam quais forem, a pergunta se alinhará imediatamente com o fato de que, desde 1964, especialmente 02 de Abril, nenhum projeto verdadeiramente sério no campo cultural foi implantado pelo Regime de Exceção Militar para fundamentar o pensamento dos jovens brasileiros acerca de quais seriam estes nomes. Portanto, a miséria em relação ao Brasil original, ao Brasil embrionário e da nossa existência na História da Humanidade é uma coisa que não temos como uma identidade constitucional – porque os imbecis que nos governam não dão a mínima para esta questão e tem apenas um sentimento vagabundo de roubar, de manipular, de adulterar, de destruir qualquer referência de Nação Brasileira, de sorte que, sem qualquer desvio de foco, posso afirmar que as Famílias Brasileiras são tratadas como um “lixo” por estas plataformas políticas abjetas e obtusas. Não há um interesse genuíno em edificar uma Família Brasileira, pelo contrário, é tudo alinhado para atender as demandas de nossos Colonizadores sempre e sempre!

Um horror! Porque se um sujeito se apresenta como Norte-americano, imediatamente surge a imagem de Abraham Lincoln, Thomas Jefferson, a nota do dólar, os filmes de Hollywood, o poderia militar deles! Se alguém se apresentar como membro de qualquer outra Nação, sempre vem a figura de algum traço cultural marcante e nosso caso, vem as maiores taxas de violência do mundo; o futebol e o carnaval como se fossem grandes coisas que fizessem a diferença na identidade de uma Nação; as nossas mulheres com suas bundas à mostra; a Amazônia – mas, não aparece nada acerca de um nome de vulto e que tenha qualquer possibilidade de competir com os grandes nomes dos Estados Unidos, como se fôssemos um bando de analfabetos e não tenhamos ninguém com inteligência para nada. É humilhante!

Na minha visão política, tudo isto se deve ao fato de que não temos qualquer proposta séria e decente de construir um Brasil à partir de nós mesmos, brasileiros; do resgate de nossa História e de nossa Memória; do resgate de nossa identidade e de isolarmos completamente tudo que nos aconteceu de ruim desde 1964 e buscarmos nas nossas raízes uma releitura direcionada para criar um sentimento de brasilidade, como temos oportunidade de vislumbrar em obras tais como “Casa Grande e Senzala”, “A Formação do Povo Brasileiro”, “O Povo Brasileiro”.

Pelo amor de Deus! Não podemos seguir baseando-nos em uma pessoa que vai nos salvar enquanto Nação! Não podemos continuar sendo uma Nação estúpida que se abraça com um Partido ou, pior ainda, num Partido com um Salvador dentro dele! Seremos sempre o “lixo moral do mundo” desta forma! Uma vergonha para nós mesmos!

Pelo amor de Deus, gastamos 25% de todo o orçamento da Nação em “educação”, mas não figuramos nem na lista dos 50 países com desenvolvimento acadêmico, temos taxas de analfabetismo vergonhosas, nossas taxas de violência urbana são de um campo de guerra, gastamos uma fortuna com a saúde e não temos saúde alguma, tudo nosso é porcaria, quebrado, lascado, sujo, lixo, mal feito, cheio de esquemas, de caixa dois, de vagabundos na política, de safados na televisão, de religiosos picaretas, de uma Igreja que nos arrastou para uma pastoral comunista destrutiva que criou esta cena de imbecilizados atrás de um tal de “movimento dos sem terra” onde ninguém quer ser um universitário porque não existe interesse de tornar as pessoas dignas do senso crítico que este ambiente deveria oferecer – que porcaria de Nação a nossa em que as nossas famílias estão sendo bombardeadas com uma cultura gay em que um pessoal revoltado pelo fato da maioria não pretender fazer sexo com o final do tubo digestivo tem que viver falando desta merda que, de fato enche o pênis dos homens de merda literalmente falando? Maldição dos diabos, do petismo, dos líderes sindicais – desta imundície! Milhões de desempregados, gente desesperançada, taxas de alcoolismo sem qualquer parâmetro na história, narcotraficantes dominando enormes porções da sociedade na antiga e glamourosa terra carioca, e políticos que se manifestam com uma proposta em que apenas e tão-somente ECONOMIA é a razão da vida! Estamos amaldiçoados e não vimos isto ainda?

Eu direi quem são nossos pais fundadores:

  • José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838)
  • Diogo Antônio Feijó (1784-1843)
  • Dom Pedro I (1798-1834)
  • Evaristo Ferreira da Veiga (1799-1837)
  • Bernardo Pereira de Vasconcelos (1795-1850)

Estes cinco homens fundaram o Brasil. Quer pela força das ideias, das articulações ou mesmo da liderança política centralizadora que congregavam. Ler sobre eles, entender as suas exposições, na formação do Império, resgataria o momento original, quando se decidiu que não seríamos Colônia de ninguém – para logo depois, poucos anos depois, estarmos curvados por outro expediente (comercial, militar e logístico) à Inglaterra, França, Holanda, EUA.

Seja como for, havia uma clara compreensão de que a “brava gente brasileira, longe vá temor servil, ou ficar à pátria livre, ou morrer pelo Brasil”

Um Projeto de Nação tem que estar estruturado a partir deste princípio que defende nossas famílias acima de tudo e, se em algum momento não defendeu – tomemos vergonha na cara, paremos de agir como estúpidos e vagabundos morais e sejamos sujeitos-homens!

O correto é colocarmos nossa atenção e nosso pensamento em valores que sejam capazes de transcender pessoas e partidos, porque são fundamentados em um ideal de vida e das razões originais que colocaram a presença da nossa Nação no Mundo, de tal modo que ela não desapareça, mas tenha uma identidade firmemente definida.

4- Pontuando As Bases do Conservadorismo Cientificamente!

 

Poderia evocar diversos pensadores, mas me aterei a Russel Kirk (1918-1994)! Em seu livro, A Política da Prudência, Kirk elenca dez princípios do conservadorismo, aos quais estou firmemente alinhado:

  1. Uma crença numa ordem transcendente, moral e duradoura;
  2. O conservador adere ao costume, à convenção e à continuidade;
  3. Conservadores acreditam no que pode ser chamado de principio da prescrição;
  4. Conservadores são guiados por seu principio de prudência;
  5. Conservadores prestam atenção ao principio da diversidade;
  6. Conservadores são refreados por seu principio de imperfectibilidade;
  7. Conservadores estão convencidos de que propriedade e liberdade estão intimamente vinculadas;
  8. Conservadores suportam a associação voluntária, tanto quanto se opõem ao coletivismo involuntário;
  9. O Conservador compreende a necessidade de restrição prudente sobre o poder e às paixões humanas;
  10. O pensador conservador compreende que a permanência e a mudança devem ser reconhecidas e reconciliadas em uma sociedade vigorosa.

Kirk dizia que o Cristianismo e a Civilização ocidental eram “inimagináveis separados um do outro” e que, “toda cultura surge da Religião. Quando a fé religiosa decai, a cultura também decai.

Creio firmemente neste conceito e o defenderei até meu último dia!

O meu Conservadorismo se baseia nestas considerações e em raciocínios tais como estes a seguir:

 

 

 

 

“Clássico não é aquilo que é velho, mas aquilo que é imortal! A defesa da vida, da decência!” (Enéas Carneiro).

Eu concordo em grau, gênero e número com estes senhores e me disponho a ser uma voz entre muitas outras a defender esta linha de entendimento e, que Deus me ajude a fazer bem a minha parte!

Prof. Jean Alves Cabral