Influências

Me permitam um espaço onde celebro algumas das minhas paixões. O que significa exatamente paixão?

pai·xão
(latim passio, -onis, .ação de suportar, .ação de sofrer). substantivo feminino. 1. Impressão viva2. Perturbação ou movimento desordenado do ânimo3. Grande inclinação ou predileção4. Afeto violento, amor ardente5. O objeto desse amor6. Pena, cuidado, trabalho7. Grande desgosto, grande pesar8. Parcialidade.Isenção, Objetividade. 9. [Religião]  Sofrimento ou martírio (falando-se de Cristo ou dos santos martirizados). 10. [Religião]  Parte do Evangelho que narra a Paixão de Cristo11. [Filosofia] Impressão recebida de um agente12. [Portugal: Aveiro]  Cada uma das estacas em que se arma o botirão“paixão”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, https://www.priberam.pt/dlpo/paixao

Eu não estou alijado da vida comum com todos os concidadãos de meu Brasil. Algumas paixões, leia-se “objeto desse amor”, me conectam com o mundo do esporte onde transitei por alguns anos na infância e primeira fase da juventude, na esfera da música e na esfera da política, sem perder de cena um extraordinário educador que muito me agrada ler e reler com certa assiduidade.

À seguir, minha homenagem e consideração a estas paixões!

(Para conhecer cada um delas, basta clicar sobre as expressões na cor laranja).

1) No Campo Desportivo e Especialmente no Futebol: Club de Regatas Vasco da Gama.

Sou vascaíno por três motivos: (1) porque meu pai é vascaíno e desde menino tive esta conexão com ele; (2) porque convivo com a família vascaína desde que nasci e é uma parte de minha vida; e, (3) porque o Vasco é o Clube do combate ao problema racial brasileiro e isto é historicamente conhecido e motivo de honra para os vascaínos. Ponto.

Também eu fui sempre envolvido com futebol desde garoto e sempre foi minha primeira modalidade esportiva. Aprecio futebol, mas, não sou um fanático do tipo que vai a todos os jogos, acompanha semanalmente tudo sobre o Clube. Tenho outras prioridades pessoais e profissionais – entretanto, não tenho qualquer dúvida acerca de minha identidade como vascaíno e para firmar posição a este respeito, exponho em página especial minhas considerações a este respeito. (Clique na Foto).

2) No Campo da Música Há Alguns Artistas Selecionados:

Cada um de nós tem, nesta vida, uma plataforma de “fuga”, de “relaxamento” e de “descanso psíquico”.

Há quem procure drogas, outros vão atrás da bebida ou cigarro, enfim, cada um tem seus sistemas. Eu tenho o meu também e, todos que me conhecem sabem que sou um admirador, consumidor e disciplinado seguidor de três artistas da área da música que, provavelmente, eu tenha passado mais tempo escutando-os do que a qualquer outro ser humano em toda a vida.

Meus momentos de “isolamento” está na conexão com Jackie Evancho, Yanni e Sarah Brightman! Estas pessoas não sabem que fazem parte de minha vida num nível imenso de presença diária – mas, são muito importantes no justo sentido em que produziram um “produto” que me leva ao plano da transcendência, pela música. Ponto.

Não significa que não escute ou não aprecie outros trabalhos, mas estes três possuem a vibração exata com que minha mente descansa. São extraordinários! (Clique nos Nomes).

– Jackie Evancho

– Yanni

– Sarah Brightman

– Andrea Bocelli

– Arautos do Rei 

– Ernesto Cortázar

3) No Campo da Filosofia:

Não sou devoto de nenhum filósofo ou político, mas há alguns pensadores que muito me animo em considerar pela proposta e coerência de toda a obra, que tenho estudado com relativa frequência e, retornado muitas vezes durante o ano.

Nesta relação abaixo indicada, faço uma manifestação cuidadosa relacionada com cada um deles e presto aqui minha homenagem.

A paixão aqui está na filosofia e na política; naturalmente conectada ao ambiente da educação.  (Clique nos Nomes).

– Will Durant (História da Filosofia)

– Olavo de Carvalho (Paralaxe Cognitiva)

– Rubem Alves (Filosofia da Educação Brasileira)

– William James (Pragmatismo)

– Filosofia Perene (Alguns Autores)

– John Stuart Mill (Utilitarismo)

4) No Campo da Teologia:

Sou teólogo de formação acadêmica (Ministro de Culto), e tenho como fundamentos de minha experiência a visão de que as pessoas que desejam compreender a Palavra de Deus (Bíblia) devem ser dedicadas ao estudo permanente da mesma e não críticos de religião.

Não farei aqui uma apresentação ou digressão sobre valores espirituais porque tenho um espaço onde vou publicando meu entendimento da perspectiva espiritual e religiosa a que estou atrelado (http://portal.professorjean.com/escritor/artigos-de-teologia/).

Mas, apresento aqui uma exposição de personalidades que tem influenciado a minha compreensão teológica.  (Clique nos Nomes).

Morris Venden (Justificação Pela Fé)

Juan Carlos Ortiz (Discipulado)

– Rick Warren (Existencialismo Cristão)

– Confissão de Westminster (Cinco ‘Quinque tantum causa‘)

– Teologia Natural (Ontologia, Maiêutica, Noética)

– OMEBE (Associativismo Pastoral)

5) No Campo da Naturologia Clínica:

Sou Naturologista Clínico desde 1997 e tenho uma história no mundo das Terapias Naturais do Brasil, como tenho informado em meu Site e está registrado nos anais do Sindicato Nacional de Terapeutas Naturistas – SINATEN – eu já fui Delegado para o Estado do Ceará (2006-2012) e estou no terceiro mandato como 1º Suplente da Diretoria Nacional (2008-2011; 2012-2015; 2016-2019).

Há uma grande quantidade de mestres que me influenciaram, porém, há quatro que recebem de mim a especial atenção e plena confiança, porque são a base da Escola de Naturologia Clínica que eu criei no Brasil.  (Clique nos Nomes).

– Sebastian Kneipp

– Manoel Lezaeta Acharán

– Ellen Gould White

– Eduardo Alfonso Hernán

Não significa que não irei pontuar aqui a vida e obra de outros Mestres importantes, mas presto aqui uma cuidadosa homenagem a estes mestres insignes.

6) No Campo da Administração e do Coaching.

Minha abordagem em administração é sempre no cenário do Coaching, notadamente por conta da minha profunda relação com a terapêutica naturológica que é, prioritariamente holística e aponta na direção da reconstrução da vida humana, e há uma grande conexão esta abordagem de saúde com a proposta inovadora do Sistema Coaching.

Porém, não entendo o que se tem nominado de “coaching” no Brasil como sendo o “treinamento de vidas” na acepção correta, porque fundamenta-se em uma abordagem prioritariamente “humanística e materialista, ocultista e mercantilista” – e, não deixaria de pontuar que esta abordagem e mesmo a “teoria das ferramentas” está diretamente casada com uma proposta nada simpática com o Cristianismo Histórico ao qual estou associado. Eu sei que a maioria dos defensores da escola de coaching no Brasil (e até no exterior) defendem uma espécie de Coaching “não-religioso”, mas, a minha experiência pessoal (e só posso contar com ela em mim mesmo), aponta em outra direção por motivos bem diferentes dos que são defendidos por estes expoentes.

São influências importantes na área de Coaching em minha história pessoal:  (Clique nos Nomes).

– Peter Drucker

– Dale Carnegie

– Napoleon Hill